O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) instaurou inquérito civil para investigar a proprietária de estúdio de pilates em Mirassol d'Oeste (297 km de Cuiabá), Gizeli Palermo Oliveira Columbano, após ela declarar nas redes sociais que não contrata pessoas que apoiam o PT.
Na portaria assinada pela procuradora do Trabalho, Deisiane Christmas Santos Leão Machado da Costa, Gizeli publicou o vídeo em 25 de outubro. A gravação e capturas de tela foram anexadas à denúncia anônima apresentada ao MPT.
"Metade do Brasil luta pela prosperidade e a outra metade do Brasil, uma sociedade falsamente socialista que se alimenta do capitalismo, lutando contra a maré da prosperidade e do desenvolvimento do nosso país. E de uma forma inacreditável, a esquerda venceu mais uma vez", disse a empresária.
A partir das informações, o órgão decidiu instaurar inquérito civil para investigar os fatos em toda a sua extensão. O procedimento foi classificado no tema de assédio eleitoral e busca apurar se a declaração configura discriminação no ambiente de trabalho.
A investigação está sob responsabilidade da Procuradoria Regional do Trabalho da 23ª Região, em Cuiabá. A portaria também designou o servidor Leandro Feitosa Leite para atuar como secretário do procedimento.
Nesta quinta-feira (5), Gizeli Palermo reagiu as divulgações em torno das suas declarações e afirmou que não voltará atrás.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









