O senador eleito e ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) defendeu o fim da estabilidade de servidores como forma de aumentar a eficiência da máquina pública. Favorável à reforma da Constituição, ele afirmou que servidores deveriam poder ser demitidos caso não apresentem resultados.
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Mendes, no entanto, não detalhou quais categorias seriam atingidas nem como a proposta seria implementada, mas direcionou a mudança para novos contratados.
"O funcionário poder ser demitido se ele não for eficiente. Se nós não quebrarmos essa estabilidade do emprego nesse país, se não der para fazer para os que lá estão, que façam com os novos, aí a gente começa a reescrever a história da eficiência do serviço público", declarou o senador em fórum do Lide Brasil nesta quinta-feira (8).
Mendes também se posiciona contra o fim da escala de trabalho 6x1 e defende maior flexibilização das regras trabalhistas no Brasil, adotando modelo semelhante ao dos Estados Unidos (EUA), onde, segundo ele, "brasileiros trabalham jornadas de 12 a 16 horas" e conseguem recebem salários maiores.
No bojo das mudanças sugeridas por Mendes que exigem uma reforma na Constituição está a aprovação da pena de morte. Mendes usou a penalidade como plataforma da campanha que o elegeu como recordista de votos ao Senado.
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