Além dos candidatos vitoriosos e derrotados nas eleições deste ano, um dos grandes destaques do pleito atuou longe dos holofotes: o procurador Rogério Gallo, que fez sua estreia — e em grande estilo — como coordenador-geral da campanha à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Gallo já tinha sua competência técnica reconhecida, demonstrada em diferentes funções públicas, como procurador-geral do Município de Cuiabá, procurador-geral do Estado e secretário de Estado de Fazenda.
Agora, à frente da coordenação-geral da campanha de Pivetta, mostrou que também tem habilidade política.
Segundo fontes que conviveram com ele durante a disputa eleitoral, Gallo se destacou pela discrição, capacidade de conciliação e habilidade de articulação.
Revelou-se um estrategista capaz de sincronizar os diferentes setores da campanha e administrar, sem ruídos, uma aliança ampla e heterogênea, envolvendo centenas de candidatos de dezenas de partidos, mais de 120 prefeitos e um sem-número de vereadores. E tudo isso com trauma zero!
A chave do seu sucesso, conforme revelam fontes da coluna, foi a humildade e a capacidade de valorizar o trabalho coletivo, especialmente a parceria com figuras importantes da campanha, como Cidinho Santos, Pascoal Santullo, Suelme Evangelista, Luiz Antonio Pagot, Eduardo Manciolli e Helmute Lawisch.
Não por acaso, Gallo ganhou dos colegas da "Casa 10", comitê geral da campanha, um apelido tão irreverente quanto elogioso: "O grande FDP da campanha: Bom de Finanças, Bom de Direito e Bom de Política!".
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