O ex-governador e candidato ao Senado, Pedro Taques (PSB), declarou R$ 360 mil em bens nas eleições de 2026, patrimônio 63% menor que o informado em 2010, quando foi eleito senador. Naquele ano, Taques declarou R$ 972,9 mil à Justiça Eleitoral. A redução é de R$ 612,9 mil.
A atual declaração de Taques é formada por um único bem: uma participação no escritório de advocacia AFG & Taques Advogados Associados, avaliada em R$ 360 mil. Os dois apartamentos que apareciam em declarações anteriores não constam na relação apresentada neste ano.
Em 2018, quando disputou a reeleição ao governo e acabou derrotado pelo ex-governador Mauro Mendes (UB), Taques havia declarado R$ 361,7 mil. Na ocasião, o principal bem era uma participação de 53% em um apartamento no Edifício Riviera Santa Rosa, avaliada em R$ 359,4 mil. Também havia R$ 2,2 mil em uma conta corrente da Caixa.
Já na primeira eleição que disputou, em 2010, Taques declarou um patrimônio de R$ 972,9 mil. A relação incluía um apartamento residencial em Cuiabá, no Riviera Santa Rosa, avaliado em R$ 800 mil, além de uma Toyota Hilux SW4, de R$ 105 mil, e um Citroën C4, de R$ 63 mil.
A diferença patrimonial é ainda maior quando comparada aos suplentes da chapa. O primeiro suplente, Teti (PSB), declarou R$ 46,1 milhões em bens.
Já a segunda suplente, Guelda Andrade (PT), informou não possuir bens a declarar.
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