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Política Sábado, 31 de Janeiro de 2026, 15:18 - A | A

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Sábado, 31 de Janeiro de 2026, 15h:18 - A | A

"ESTOU CONFORTÁVEL"

HNT TV: Dra. Natasha nega garantias sobre candidatura, mas afirma confiar em Fávaro

Médica disse que tem bom relacionamento com o ministro que tem investido na construção de alianças em torno do seu nome ao governo

CAMILA RIBEIRO
DA REDAÇÃO

A Dra. Natasha Slhessarenko (PSD) negou ter garantias sobre a candidatura ao governo, porém, afirmou HNT TV Entrevista confiar no ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD). Natasha disse se sentir confortável no atual partido e entende que está em um cenário oposto ao das eleições 2022 quando estava filiada no PSB e foi rifado pela sigla. À época, a médica disputava o Senado, mas acabou preterida. 

LEIA MAIS: HNT TV: Natasha Slhessarenko descarta nova desistência: "fui jogada para fora do palanque"

"Garantia na política é algo difícil de você ter, mas posso dizer, que meu relacionamento, o nível de confiança é muito maior com o senador Carlos Fávaro", falou a médica. 

Em 2026, Natasha investe na construção de um arco de alianças para que a chapa à majoritária do PSD represente puxe votos a Lula em Mato Grosso. O posicionamento foi assumido após a presidente estadual do PT, a ex-deputada federal Rosa Neide, pressionar Natasha por uma definição. Fávaro mais uma vez intercedeu pela médica para pacificar o cenário e reatar os laços de Natasha com a esquerda. Ela afirma que o PSD não está sozinho na corrida eleitoral e que tem o apoio de outros partidos. 

"A gente tem o envolvimento de outros partidos, o que me deixa em uma situação mais confortável", garantiu.

A composição com outros partidos é questão de sobrevivência política. Ao fazer essa articulação, a médica prova que aprendeu a lição com o isolamento de 2022. 

Natasha lembrou que naquela eleição, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), havia ligado para orientá-la sobre uma composição que acabou não prosperando e após isso a liberou para insistir na tentativa para se viabilizar ao Senado. A médica recorreu ao grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil) que estudava abrir o palanque. No entanto, a associação de Natasha à esquerda a queimou no grupo de Mauro que estava alinhado a candidatura à reeleição de ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A negociação com a centro-direita fez a esquerda fechar as portas para ela. 

"O próprio Geraldo tinha me ligado para fazer uma composição que acabou não acontecendo. E ele me deixou bastante livre para continuar", revelou ao podcast sobre Alckmin.

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