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Política Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026, 17:21 - A | A

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CONSTRUINDO GRUPO

HNT TV: Natasha Slhessarenko descarta nova desistência: "fui jogada para fora do palanque"

Após o isolamento político 'rifar' a corrida da médioca ao Senado em 2022, ela afirma que investe na aglutinação de aliados para consolidar à majoritária pelo governo

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A Dra. Natasha Slhessarenko (PSD) disse que não desistiu do Senado, em 2022, mas foi "jogada para fora do palanque". A médica garantiu que o mesmo não acontecerá na corrida eleitoral ao governo. Segundo ela, mudou mais que uma 'letrinha' do PSB para o PSD, e, no seu atual partido há uma convergência para sua projeção à majoritária, diferente daquela ano em que acabou preterida pela Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB) e o ex-deputado federal Neri Geller (PP) ocupou a vaga para disputar o Senado junto com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), que acabou eleito.

LEIA MAIS: HNT TV: Natasha Slhessarenko elege Wellington como adversário e declara alinhamento com Lula

Eu fui jogada para fora do palanque

Natasha aprendeu a lição e aposta na formação de grupo para não acabar escanteada. À época, o desembarque compulsório veio de um pedido de quem mais a incentivou a disputar: o ex-presidente do PSB em Mato Grosso, o deputado estadual Max Russi. Endossado pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckimin (PSB), eles optaram pelo recuo após Natasha perder o apoio da esquerda e o governador Mauro Mendes (União Brasil) não abrir o palanque.

"Não desisti, essa palavra não existe no meu vocabulário. Nunca desisti, mas eu fui empurrada para fora, eu fui jogada para fora do palanque por articulações aí que que não vem ao caso. Mudou mais que uma letra. Além da experiência, a gente tá lidando com outras pessoas, fazendo uma um arco de de articulação, de conversa com lideranças, com partidos políticos que realmente tem construído uma trajetória bem diferente do que daquela outra vez", falou a médica.

No PSD, Natasha tem apoio unânime. Já, na federação da qual o seu partido não faz parte, mas é aliado e depende da chancela para fortalecer a candidatura ao governo, a médica ainda precisa de aprovação, provando para os 'companheiros' que pedirá votos para sua chapa e à reeleição do presidente Lula (PT).

O diálogo com o PT é construído pessoalmente por Fávaro em Mato Grosso e junto a nacional. Ciente do desafio, o ministro pediu reforço em Brasília e o presidente nacional do PT, Edinho Silva, veio a Cuiabá para declarar seu apoio a Natasha.

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