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Política Segunda-feira, 18 de Maio de 2026, 11:51 - A | A

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2026, 11h:51 - A | A

ARRISCADO

Vânia volta a criticar proposta que dá armas a mulheres vítimas de violência: "irresponsável"

Coronel da PM e pré-candidata à deputada federal, Vânia Rosa contesta vídeo de Samantha Iris sobre uso de armas por mulheres e defende foco em medidas protetivas

BIANCA MORTELARO
Da redação

A vice-prefeita de Cuiabá e pré-candidata à deputada federal, Vânia Rosa (MDB), voltou a criticar a regulamentação o porte de armas para mulheres vítimas de violência doméstica e tentativa de feminicídio. Segundo ela, a medida é "irresponsável".

“Eu não vejo o armamento como algo que deva ser propagandeado como forma de inibição da violência. Eu não vejo o armamento como algo que seja solução de feminicídios”, declarou Vânia em entrevista ao PodRevirar, na última quarta-feira (13).

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A fala da gestora surge após a primeira-dama e vereadora Samantha Iris (PL) publicar um vídeo em suas redes sociais defendendo o aprendizado do uso de armas como forma de empoderamento feminino. Para a coronel Vânia, no entanto, o porte de arma de fogo apresenta diversos riscos, independente do gênero.

“Eu não subestimo nenhuma mulher, longe disso, porque, inclusive, sou uma delas. Contudo, eu fui enquadrada dentro de um meio em que necessariamente eu tenho que utilizar armamento como ferramenta profissional. E até hoje, eu ainda temo o armamento. Eu sei os riscos que ele pode oferecer”, disse.

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A gestora explicou que há outras medidas de segurança mais viáveis que o porte de armas propriamente dito, apesar da falta de procura por uma parcela de vítimas. “Uma mulher que não registrou um boletim de ocorrência, que não tem uma medida protetiva, em qual momento vai ser oportuno a ela ter um armamento como defesa? Não faz sentido eu justificar um porte de arma para uma mulher”.

Vânia concluiu sua fala classificando a atitude de Samantha como “irresponsável”, ao vender uma solução que, na prática, provocaria ainda mais violência às mulheres.

“É bem discrepante a gente vender algo como se fosse um empoderamento para pessoas que muitas vezes são leigas, que conhecem pouco sobre a lida com armamento, que conhecem pouco sobre a legislação vigente sobre o porte de arma, e a posse de arma, e tampouco conhecem sobre a capacitação técnica necessária para ter armamento. Eu acho de verdade algo bastante irresponsável você vender política, você vender soluções, trazendo à tona uma ferramenta de mais violência”, finalizou.

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