A suplente no Senado e pré-candidata a deputada federal, Rosana Martinelli, revelou que sua saída do PL para o MDB foi uma movimentação estratégica feita com o conssentimento do presidente nacional, Valdemar Costa Neto (PL), para amarrar o apoio da legenda emedebista ao presidenciável, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Além do apoio, Rosana disse que os bolsonaristas decidiram distribuir seus pré-candidatos em outros partidos pensando na construção do quadro do Congresso. Segundo Martinelli, não será possível formar a maioria na Câmara dos Deputados e Senado concentrando os pré-candidatos em uma única chapa.
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"A minha saída do PL foi justamente num consenso para que o Flávio tenha representatividade. Somente o partido do PL não vai conseguir eleger 50% da bancada federal e nem do Senado", falou a pré-candidata à Câmara ao Plantão CNP.
Valdemar trata pessoalmente da aliança do MDB com o PL, debatendo, inclusive, os arranjos estaduais. Na mão de Costa Neto está o futuro político da deputada estadual Janaina Riva (MDB). Caberá ao presidente do PL decidir se Riva vai consolidar a 'dobradinha' ao Senado com o deputado federal José Medeiros (PL) ou se o MDB em Mato Grosso terá que trabalhar como cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro sem nenhuma contrapartida.
Para Rosana, a única garantia que era necessária foi assegurada por Janaina: a autonomia para defender as pautas de costume abraçadas pela extrema-direita nacional.
"Eu vim contribuir. Estou aqui no MDB para somar e contribuir com essa questão da representatividade do interior. Eu continuo sim sendo de direita, as minhas pautas de direita não serão abandonadas", afirmou a pré-candidata.
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