"Eu vou governar com os governadores. Vou trazer o que tem de mais sofisticado em tecnologia, principalmente na área de satélite, para identificação de fronteira seca", afirmou o pré-candidato do PSD, acrescentando que o combate às facções exigirá integração com países vizinhos e ampliação da atuação das forças federais. "Encaminhando ao Congresso Nacional as facções como terroristas, eu terei como usar todas as forças que eu tenho: Aeronáutica, Marinha e Exército Brasileiro", diz.
Durante a entrevista, Caiado afirmou que o avanço do PCC e do Comando Vermelho ocorreu pela ausência de enfrentamento direto do poder público. "Neste governo, as duas maiores potências construídas foram o PCC e o Comando Vermelho, são as duas maiores multinacionais do Brasil."
O ex-governador também citou sua experiência à frente do governo de Goiás para defender endurecimento na área de segurança pública, observando que, ao assumir o Estado, regiões eram dominadas por facções criminosas. Ele diz que reforçou ações de inteligência policial e reformulou o sistema penitenciário goiano.
Ainda, Caiado criticou o contingenciamento de recursos federais para segurança pública. Segundo o pré-candidato do PSD, durante sua gestão em Goiás, o Estado investiu R$ 18 bilhões na área, enquanto recebeu R$ 980 milhões da União.
(Com Agência Estado)
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