O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) ressaltou que as fiscalizações de desobstrução das calçadas do centro histórico foram retomadas após os comerciantes ambulantes “romperem” o acordo com a Prefeitura. As ações que integram o programa “Ambulantes em Ordem” foram restabelecidas desde a última quinta-feira (14).
“Eles decidiram romper o acordo, e a prefeitura deixou bem claro, que no dia que rompesse o acordo, a gente tomaria as devidas de providências (...) Eles entenderam que eles podem fazer isso, nós vamos entender que vamos fazer a apreensão das mercadorias”, declarou Abilio.
Em entrevista nesta sexta-feira (15), Abilio afirmou que a permanência das mercadorias nas calçadas seria considerado um desafio à ordem pública. Brunini também pontuou que o vendedor que persistisse não seria visto como ‘coitadinho’ pela gestão.
“Tem um local destinado para que eles possam ficar, tem lugares que são liberados. Se eles persistirem, aí não é coitadinho. Se persistir, não é uma pessoa que está tentando sobreviver. Se persistir, aí é uma pessoa que está tentando desafiar a ordem pública da prefeitura de Cuiabá. Porque todas as condições para que eles possam trabalhar, a gente deu”, disse.
Abilio também explicou que as ações de monitoramento possuem apenas o intuito de desocupação de área pública para garantir a livre circulação de pedestres e não de vistoria de mercadorias.
“A gente não faz nenhuma fiscalização sobre a origem da mercadoria. A gente não está perguntando se aquela mercadoria foi comprada num lugar com nota fiscal, ou se ela é pirateada, ou se ela é falsificada, ou se ela vem de algum lugar. Nós não estamos verificando isso. O que nós estamos verificando é que o passeio público tem que ser respeitado. O direito das pessoas passarem pela calçada tem que ser respeitado. E eles não estão respeitando”.
Questionado se a Prefeitura iria retirar a “rua dos ambulantes”, localizado na Travessa Desembargador Lobo, nas proximidades da Praça Ipiranga, o prefeito foi categórico ao declarar que não prejudicaria os comerciantes que respeitam o acordo selado com a gestão municipal.
“A rua destinada aos ambulantes, ela vai permanecer, porque ali estão pessoas que respeitam. Eu não vou prejudicar aqueles que respeitam, em detrimento dos que não respeitam. O que vai acontecer é o que não respeita vai perder a mercadoria”.
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