As buscas foram retomadas nesta segunda após terem sido interrompidas por causa da morte de um militar maldivo que participava da operação de resgate. Segundo o governo local, o integrante da Força de Defesa Nacional das Maldivas morreu após sofrer complicações relacionadas à descompressão.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, as vítimas que estavam desaparecidas "aparentemente morreram enquanto tentavam explorar cavernas a uma profundidade de 50 metros", na quinta-feira, 14. O limite permitido para mergulho recreativo nas Maldivas é de 30 metros.
Três mergulhadores finlandeses especializados em mergulho profundo e exploração de cavernas chegaram ao país no domingo para auxiliar na operação e elaborar um novo plano de busca. Segundo autoridades locais, eles participaram dos trabalhos ao lado da polícia e das Forças Armadas das Maldivas.
Ainda não está claro se as equipes visualizaram os corpos diretamente durante o mergulho ou se eles foram identificados por meio de drones subaquáticos.
Ahmed Shaam, porta-voz do governo das Maldivas, informou que as equipes de busca agora vão elaborar um plano para trazer os corpos à superfície. As causas das mortes seguem sob investigação.
De acordo com a Universidade de Gênova, estão entre as vítimas a professora associada de Ecologia do Departamento de Ciências da Terra, do Ambiente e da Vida, Monica Montefalcone, a filha dela, Giorgia Sommacal, que estudava Engenharia Biomédica, e os pesquisadores Muriel Oddenino e Federico Gualtieri.
O corpo de um quinto mergulhador já havia sido recuperado na quinta-feira, informaram as autoridades. (Associated Press)
(Com Agência Estado)
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