A expectativa é de recuperação gradual à medida que o choque associado ao conflito geopolítico se dissipe.
"Assim que o choque nos preços da energia se dissipar, o crescimento deverá se recuperar no segundo semestre de 2027 e se estabilizar em torno do potencial no médio prazo", afirma o FMI.
A instituição projeta que a inflação cheia suba temporariamente, com pico pouco abaixo de 4% no fim de 2026, desacelere no segundo semestre de 2027 e retorne à meta de 2% até o fim daquele ano.
Ainda segundo o relatório, diante desse cenário, a política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) deve permanecer restritiva para evitar que a alta dos preços de energia se propague para a inflação subjacente e para o crescimento salarial.
"A alta dos preços da energia elevará a inflação geral este ano, ao mesmo tempo que afetará negativamente a produção, complicando o ajuste da política monetária", diz o FMI. "Dada a excepcional incerteza, o BoE deve manter a flexibilidade para ajustar a política monetária em qualquer direção e estar preparado para responder com firmeza caso os efeitos secundários se mostrem mais fortes do que o previsto", acrescenta.
(Com Agência Estado)
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