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Política Segunda-feira, 18 de Maio de 2026, 14:36 - A | A

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2026, 14h:36 - A | A

"MORALIZAÇÃO"

Galvan chama senadores de "acovardados" e defende impeachment de ministros do STF

Pré-candidato pelo Avante critica "aberrações jurídicas", questiona omissão do Congresso Nacional e coloca a renovação do Judiciário como pilar central de sua plataforma eleitoral

BIANCA MORTELARO
Da redação

O produtor rural e pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (Avante), declarou que um dos pilares de sua campanha é a "moralização" do Supremo Tribunal Federal (STF) e do próprio Senado Federal. Segundo Galvan, a atuação do Poder Judiciário tem sido marcada por "aberrações jurídicas" que, na sua avaliação, ferem a Constituição e extrapolam as competências das instituições.

“Eu quero ir para o Senado justamente por causa da forma que nós vemos o nosso país sendo conduzido, principalmente pela nossa Suprema Corte, as aberrações jurídicas que estão se usando que não tem proteção nenhuma regimental, não tem proteção nenhuma dentro da nossa Constituição”, afirmou Galvan.

O ruralista criticou a postura de parte dos atuais parlamentares, aos quais classificou como "acovardados" diante da condução do país pela Suprema Corte.

“Ou nós acabamos com o nosso Congresso Nacional, acabamos com a presidência da República e vamos deixar simplesmente um membro dentro da Suprema Corte, que ele vai mandar no país, ele vai ser o chefão de tudo. Então, nós não podemos aceitar isso. E o que que acontece com o nosso Senado? Eles estão o quê? Com o rabo preso? Estão acovardados?”, questionou o pré-candidato, durante sua participação no programa Pongó News.

Para Galvan cabe ao Senado o papel de frear desmandos e afirmou que a falta de ação dos senadores em relação a pedidos de impeachment de ministros é um dos pontos centrais que o motivam a buscar uma cadeira na Casa.

“A única solução que a população tem é renovar o nosso Congresso de um modo geral, inclusive não é só dentro do Senado, mas o Senado é o principal. E se nós não moralizarmos, nós não trouxermos a ordem ao feito, a ordem dentro da casa e cada instituição responder pelo que a Constituição dá de direito, e não pelo que eu acho, ou qualquer um que esteja lá indicado como ministro da Suprema Corte fazer o que ele bem entender”, finalizou.

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