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SENTE DOR CONSTANTE

Mãe faz vaquinha para cirurgia de bebê dada como morta após cair em piscina; veja vídeo

A família precisa arrecadar R$ 150 mil para o procedimento, hospedagem, alimentação e fisioterapia da filha

CAMILA RIBEIRO E JÔ AIKO
Da Redação

A mato-grossense Gislene Neres leal Barbosa, mãe das gêmeas Isis Cecília e Liz, de dois anos, abriu uma vaquinha online para arrecadar R$ 150 mil e custear a cirurgia de Liz, que foi dada como morta após cair em piscina com a irmã. O acidente ocorreu quando as bebês tinham apenas 10 meses. Isis reagiu e recebeu alta. O processo de Liz foi mais longo e os especialistas chegaram a constatar morte encefálica, mas a persistência de uma médica deu sobrevida à menina que sente dores constantes e precisa de um procedimento de emergência para ter qualidade de vida.

A jornalista cuiabana Silvania Batista aderiu a campanha e compartilhou um relato comovente acerca dos desafios enfrentados por Liz. Segundo a jornalista, os R$ 150 mil são a soma do valor para os custos com a cirurgia, alimentação, fisioterapias, viagem e hospedagem, já que o tratamento será feito em outra cidade.

A queda na piscina de casa foi regsitrada em março de 2024. A mãe estava em casa e foi quem retirou as meninas da água. "Senti a dor mais devastadora da minha vida. Estava entrando em um abismo que parecia não ter fim, peguei minhas filhas mortas e naquele momento eu só consegui gritar", lembrou.

Ambas ficaram internadas. Com o passar dos dias, Isis foi correspondendo aos medicamentos, abriu os olhos e voltou a se movimentar enquanto o órgãos de Liz só funcionavam por aparelhos.

"Nesses 30 dias ouvimos os piores relatórios, na primeira semana, já iriam abrir o protocolo de morte cerebral", relatou a mãe.

Um neurologista assinou o "atestado de morte" de Liz em 10 de abril daquele ano. No laudo deo exame feito no crânio da bebê, o especialista determinou que "não houve reatividade aos estímulos" e iniciou o desligamento dos aparelhos quando uma terceira médica interferiu dando esperanças a família. Depois daquele episódio, considerado pela mãe como um "milagre", a bebê foi reagindo.

Liz não tem movimentos do pescoço para baixo e não fala. Aos dois anos, a menina é completamente dependente do apoio da família que, mesmo sem condições financeiras, se desdobra para conceder a ela a melhor estrutura com fisio e equoterapia. Porém, os médicos apontaram que a bebê sofre com dores constantes. "É como se ela vivesse segurando um peso de academia", ilustrou Silvania Batista. A cirurgia é o único caminho para trazer alívio a Liz.

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