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Cidades Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026, 21:03 - A | A

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2026, 21h:03 - A | A

EM LUCAS DO RIO VERDE

Rede de enfrentamento à violência contra a mulher planeja ações para 2026

Primeira reunião do ano no CRAM avaliou resultados de 2025 e definiu estratégias para ampliar prevenção e apoio às vítimas em 2026

DA REDAÇÃO

Representantes da Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher realizaram, na manhã desta sexta-feira (30), a primeira reunião de 2026 em Lucas do Rio Verde. O encontro, realizado no Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), teve como objetivo avaliar as ações desenvolvidas em 2025, discutir melhorias e alinhar atividades previstas para março.

Mais do que propor novos projetos, a reunião buscou fortalecer iniciativas já existentes, aprimorar a integração entre os setores e garantir atendimento mais próximo e humanizado às mulheres em situação de violência.

O encontro

O CRAM passa a ser o espaço central dos encontros da rede, oferecendo acolhimento, orientação e capacitação profissional. Já na próxima semana, o centro iniciará uma nova turma de capacitação voltada às mulheres.

A secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, destacou que 2026 será um ano de consolidação das ações. “Queremos fortalecer ainda mais a rede, organizar melhor os atendimentos e ampliar o diálogo entre os setores, convidando a sociedade a participar”, afirmou.

A presidente do Conselho dos Direitos da Mulher, Karime Souto, ressaltou que o encontro marca o início de um ano de trabalho intenso. “Essa primeira reunião é fundamental para alinhar o que será feito em 2026 e buscar melhorias na qualidade do serviço prestado”, disse.

O promotor de Justiça Criminal, Samuel Costa, enfatizou que as ações preventivas terão maior destaque. Ele citou o projeto “Papo de Homem para Homem”, voltado ao diálogo e conscientização masculina, como forma de interromper ciclos de violência que muitas vezes começam com atitudes naturalizadas.

Perspectivas

A rede reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher depende de acolhimento, informação e participação coletiva. O objetivo é ampliar o apoio às vítimas e fortalecer estratégias de prevenção e conscientização ao longo de 2026.

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