A medida era há muito tempo buscada pela oposição apoiada pelos Estados Unidos. É a mais recente concessão feita por Rodríguez desde que assumiu o comando do país em 3 de janeiro, após a audaciosa captura do então presidente Nicolás Maduro em um ataque militar dos EUA na capital da Venezuela, Caracas.
Rodríguez disse a uma reunião de juízes, magistrados e outros que a Assembleia Nacional, controlada pelo partido governante, analisaria o projeto de lei com urgência. "Que esta lei sirva para curar as feridas deixadas pelo confronto político", acrescentou durante o evento televisionado.
O grupo venezuelano de direitos dos prisioneiros Foro Penal estima que 711 pessoas estão em instalações de detenção em todo o país sul-americano por suas atividades políticas.
O governo não divulgou o texto do projeto de lei na sexta-feira, deixando indefinidos os critérios específicos que serão usados para determinar quem se qualifica para a anistia.
O governo de Rodríguez, no início deste mês, havia anunciado planos para libertar um número significativo de prisioneiros como um gesto de boa vontade, mas os parentes dos detidos condenaram o ritmo lento das liberações.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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