A informação foi divulgada pelo jornal The Times of Israel, que ouviu um comandante do IDF sob condição de anonimato. Este alto funcionário militar, no entanto, não soube precisar exatamente quantos dos mortos são civis ou combatentes.
A declaração foi feita pouco mais de três meses após o cessar-fogo na Faixa de Gaza começar a ser implementado, o que abriu caminho para uma redução de hostilidades diretas, para uma facilitação da liberação de reféns e da troca de prisioneiros e para a entrada limitada de ajuda humanitária.
De acordo com Ministério da Saúde de Gaza, 71.667 pessoas morreram em território palestino desde o início dos conflitos na guerra entre Israel e Hamas, em 7 de outubro de 2023. Deste total, mais de 450 mortes aconteceram depois da implantação do cessar-fogo de outubro de 2025.
Já as Forças de Defesa de Israel nunca informaram um dado sobre mortes totais em Gaza diferenciando combatentes das demais pessoas vitimadas pela guerra. Eles afirmavam ter matado pelo menos 22 mil combatentes, além de outros 1,6 mil terroristas dentro do território israelense durante o ataque de 7 de outubro.
Israel afirmou que busca minimizar as mortes de civis e enfatiza que o Hamas usa civis de Gaza como escudos humanos, combatendo a partir de áreas civis, incluindo casas, hospitais, escolas e mesquitas.
(Com Agência Estado)
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