O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), reafirmou sua intenção de disputar o comando do Estado e destacou que não vê espaço para retrocessos administrativos. Em entrevista ao Araguaia Notícias, ele defendeu a continuidade dos avanços obtidos na atual gestão e afirmou que, caso seja eleito, pretende manter o ritmo de entregas e ampliar resultados. (VEJA O VÍDEO AO FINAL)
“Não dá para a gente ter um desgoverno, que já vimos o que é no passado. Para estragar é muito rápido. Para consertar, para colocar em pé, demora. E o povo é quem sofre, o povo é quem paga a conta”, afirmou.
Sem citar nomes, Pivetta criticou políticos que, segundo ele, não estariam comprometidos com os interesses da população. “Estragar é colocar alguém comprometido com os interesses que não sejam os interesses do povo. Tem muitos políticos assim por aí, andando e garganteando, inclusive. Aí, vamos ter novamente o caos que já tivemos”, disse.
AVANÇOS
O vice-governador avaliou que Mato Grosso vive um momento positivo, resultado do ajuste fiscal e da retomada da capacidade de investimento promovida na gestão Mauro Mendes (União). Ele lembrou que os dois primeiros anos foram marcados por restrições orçamentárias.
“Assumimos em 2019 e tivemos dois anos praticamente perdidos. Não tivemos um centavo sequer para investir. A partir de 2021, começamos a investir e a ter capacidade de fazer convênios com os municípios”, explicou.
Pivetta afirmou que, caso seja eleito, pretende acelerar as entregas. “A cada tempo a gente tem a obrigação de fazer mais e fazer melhor”, declarou.
COMPARAÇÕES
Ele comparou a situação de Mato Grosso com a de outros estados que, segundo ele, ainda enfrentam graves dificuldades administrativas. “Muitos estados brasileiros vivem hoje o caos que nós já vivíamos. Eu penso que nós não precisamos mais disso”, disse.
Para sustentar sua pré-candidatura, Pivetta destacou sua trajetória política, lembrando os três mandatos como prefeito de Lucas do Rio Verde, a experiência como deputado estadual e os dois mandatos como vice-governador ao lado de Mauro Mendes. “Isso me permitiu enxergar o Estado como eu enxergo hoje, por dentro e por fora. Tenho certeza que eu posso ser um governante de muitas entregas para a sociedade de Mato Grosso”, afirmou.
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