Quarta-feira, 24 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Quarta-feira, 24 de Junho de 2026, 16:09 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 24 de Junho de 2026, 16h:09 - A | A

EXCLUSIVO

Fábio cobra punição a ex-assessor que se passava por terapeuta: "tem que pagar"; veja vídeo

Deputado federal diz ter sido surpreendido com operação da Polícia Civil e reiterou que determinou exoneração

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) afirmou com exclusividade ao HNT que foi surpreendido com a notícia de que o ex-secretário parlamentar de seu gabinete, Marcos Roberto Alves Dantas, de 54 anos, foi flagrado pela Polícia Civil atuando como falso terapeuta ocupacional em uma clínica clandestina em Cuiabá. Fábio disse que não é possível conhecer todo o histórico de vida de um servidor no momento da contratação e ressaltou que, ao ser informado, determinou a exoneração de Marcos.

O parlamentar cobrou uma apuração aprofundada do caso e defendeu que o ex-servidor “pague pelo crime”.

“Fiquei surpreso. É óbvio que eu não tinha conhecimento nenhum. É impossível a gente controlar o que as pessoas fazem fora do ambiente de trabalho”, afirmou Fábio Garcia à reportagem nesta terça-feira (23).

LEIA MAIS: Fabio Garcia exonera assessor que se passava por terapeuta ocupacional

Marcos Roberto foi contratado em 2023 e permaneceu no gabinete mesmo após a licença de Fábio para assumir a Casa Civil. A operação policial foi realizada na última quinta-feira (18), em uma clínica no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá. O ex-secretário não apresentou registro profissional e a polícia constatou que o local funcionava de forma improvisada em um imóvel residencial, sem alvará.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon). O suspeito pode responder por exercício ilegal da profissão, uso de documento falso e crime contra a fé pública.

“Espero que a Polícia Civil aprofunde as investigações e tome todas as medidas cabíveis dentro do que a lei prevê. Nós não podemos passar a mão na cabeça de ninguém, seja quem for. Portanto, se ele cometeu um crime, vai ter que pagar pelo que fez. Isso é o que eu espero”, concluiu o deputado. 

VEJA VÍDEO

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros