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Justiça Quinta-feira, 07 de Maio de 2026, 10:34 - A | A

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Quinta-feira, 07 de Maio de 2026, 10h:34 - A | A

FEMINICÍDIO NO PARQUE CUIABÁ

Justiça mantem prisão de homem que enterrou corpo da esposa no quintal em Cuiabá

Jackson Pinto da Silva admitiu ter matado Nilza Moura de Sousa Antunes, alegou ter “perdido a cabeça” e tentou forjar desaparecimento da vítima.

ANDRÉ ALVES
Da Redação

O juiz João Bosco Soares da Silva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a prisão de Jackson Pinto da Silva durante audiência de custódia realizada na tarde desta quarta-feira (6). Jackson, que era casado com a vítima, confessou o feminicídio da empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, encontrada enterrada no quintal da residência onde o casal morava, no Parque Cuiabá.

Ao deixar o fórum, ele admitiu ter assassinado a companheira. Durante entrevista à imprensa, afirmou estar arrependido, alegou ter “perdido a cabeça” e pediu perdão à família da vítima.

“Ninguém faz nada de uma hora pra outra. Vem de tempo. Ela proibiu eu ver meu filho, proibiu eu ver minha mãe, me afastou de toda a minha família. Com o tempo, eu perdi a cabeça e fiz besteira”, declarou.

As investigações apontam que Jackson tentou encobrir o feminicídio criando uma falsa narrativa de desaparecimento e sequestro. Segundo o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Nilza desapareceu na manhã de segunda-feira (4), por volta das 7h40, na região do Coxipó da Ponte.

Após o desaparecimento, o suspeito registrou boletins de ocorrência falsos e chegou a procurar a Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes alegando ser vítima de extorsão, numa tentativa de despistar a investigação. A versão levantou suspeitas da delegada Eliane Moraes, que conduziu parte das diligências. Jackson também tentou vender bens da vítima após o crime.

Na terça-feira (5), Jackson confessou o assassinato e levou os policiais até o local onde havia enterrado o corpo da empresária em uma cova profunda no quintal da residência do casal.

LEIA MAIS: Marido forja sequestro, tenta vender bens e registra BOs falsos para encobrir crime

De acordo com a delegada Eliane Moraes, Nilza foi morta por estrangulamento com abraçadeiras de nylon, conhecidas como “enforca-gato”. O corpo estava amarrado no pescoço, mãos e pés, indicando que a vítima foi imobilizada antes de ser assassinada.

O corpo da empresária foi retirado do local com auxílio de um trator e encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Em seguida, foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames de necropsia.

LEIA MAIS: Empresária é assassinada e enterrada no quintal de casa em Cuiabá; marido confessou

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