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Polícia Terça-feira, 05 de Maio de 2026, 16:11 - A | A

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Terça-feira, 05 de Maio de 2026, 16h:11 - A | A

ACHADA EM COVA RASA

Empresária é assassinada e enterrada no quintal de casa em Cuiabá; marido confessou

Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, foi morta pelo marido, Jackson Pinto da Silva, dentro da própria residência. O corpo da empresária do ramo imobiliário foi enterrado no quintal do imóvel

DA REDAÇÃO

A empresária do ramo imobiliário Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, foi encontrada morta e enterrada no quintal da casa onde morava, no bairro Parque Cuiabá, na tarde desta terça-feira (5). O principal suspeito, e autor confesso do crime, é o marido da vítima, Jackson Pinto da Silva, de 38 anos. O caso é tratado como feminicídio pela Polícia Civil.

De acordo com as informações do site Olhar Direto e Estadão MT, segundo investigações, Nilza foi assassinada na segunda-feira (4). Familiares, sem conseguir contato, registraram o desaparecimento da empresária. Jackson teria matado a esposa por enforcamento. O laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) deve determinar a causa exata da morte.

Após matar a esposa, Jackson cavou uma cova de aproximadamente dois metros de profundidade e enterrou o corpo no quintal da serralheria que funcionava no imóvel do casal. Para encobrir o crime, o homem foi até a Polícia Civil e registrou dois boletins de ocorrência falsos: um de desaparecimento e outro denunciando uma suposta extorsão. Os policiais desconfiaram da inconsistência das histórias e, ao ser confrontado, ele confessou o feminicídio.

Equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Politec estiveram no local com auxílio de maquinário pesado para escavar e localizar o corpo. Ao ser retirado da residência preso, Jackson foi hostilizado por uma vizinha, que o chamou de “vadio vagabundo”. Ele saiu de cabeça baixa e em silêncio, sem responder aos questionamentos da imprensa.

O corpo de Nilza foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. Jackson Pinto da Silva está preso e foi conduzido à DHPP para prestar esclarecimentos.

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