No atual momento, ela vê a política monetária bem posicionada para se ajustar conforme necessário às condições econômicas em evolução.
Segundo a dirigente, o choque de energia aumentou a incerteza, inclinando os riscos da atividade para o lado negativo e os riscos da inflação para o lado positivo. Mesmo que o conflito no Oriente Médio seja resolvido em breve, ela espera que o processo de desinflação ganhará mais força apenas no próximo ano.
Collins explicou que os preços altos são, em parte, resultado dos efeitos contínuos das tarifas, mas também reflete o poder de precificação das empresas, dada a demanda resiliente e os ganhos de produtividade recentes, que demoram a reduzir as pressões sobre os preços.
Apesar do cenário, a presidente do Fed de Boston frisou que taxa de desemprego tem se mantido relativamente estável desde julho e que a atividade econômica está resiliente.
Em relação ao passado, haverá potencialmente menos efeitos adversos em meio à força dos EUA como um exportador de energia - mas um conflito prolongado no Oriente Médio pode levar a pressões inflacionárias e repercussões negativas para a economia real, acrescentou.
(Com Agência Estado)
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