Arte/HNT

A família da advogada Viviane Fidélis recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
A família da advogada Viviane Fidélis, de 30 anos, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para pressionar a Polícia Civil a reabrir o inquérito que apura a morte da jovem. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) decidiu pelo arquivamento do caso afirmando que esclareceu as dúvidas em torno do caso, concordando com o laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) que atesta suicídio.
LEIA MAIS: Viviane Fidélis é enterrada 11 meses após morte em Cuiabá; veja vídeo
Os familiares de Viviane, no entanto, contrapõe o suicídio, mantendo a versão que a advogada foi assassinada pelo ex-namorado, o arquiteto Raphael Campos. Eles buscaram o apoio do Ministério Público (MPMT), mas o órgão acompanhou a Polícia Civil, recomendando o arquivamento.
Insatisfeitos com a condução do caso com os órgãos de Mato Grosso, os familiares tentaram uma corte internacional, que rejeitou o pedido, argumentando que ainda existem recursos disponívels na Justiça brasileira.
A defesa está empenhada em um novo laudo feito por perito criminal particular. Entre os tópicos que eles questionam é o fato do suicídio ser apoiado em prints de conversas por aplicativo de 2023. O corpo de Viviane foi encontrado em apartamento no Bosque da Saúde, em Cuiabá, em setembro de 2025.
LEIA MAIS: Polícia Civil conclui inquérito de Viviane Fidélis e ex não é considerado suspeito
Viviane foi sepultada em 5 de agosto deste ano, cerca de 11 meses após a morte. O corpo da advogada estava na Politec após ser exumado. Os peritos realizaram dois laudos, atendendo pedido do MP. Ambos os procedimentos reiteraram a versão do suicídio.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.










