A suplente na Assembleia Legislativa (ALMT), Edna Sampaio (PT), esclareceu o 'sumiço' de apartamento avaliado em R$ 1,5 milhão da declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O imóvel aparecia na declaração da candidata à reeleição em 2022 e foi alvo de questionamentos ao não constar na documentação do pleito de 2026, quando Edna afirmou que "não há bens". Segundo ela, o apartamento foi vendido para pagar os advogados contratados para defendê-la do processo de 'rachadinha' na Câmara de Cuiabá.
Edna foi condenada pelos vereadores de usar a verba indenizatória da chefe de gabinete para custear outros gastos do mandato. O regimento da Câmara determina que a verba seja de uso pessoal do servidor, mas a petista alegou que por ter um 'mandato coletivo', o benefício seria repassado ao gabinete para ações políticas.
"Ao invés da política ser um espaço em que protege mandatos, especialmente mandatos de pessoas ausentes, como mulheres negras, o que eu vivi foi exatamente o contrário. Por não fazer parte do bando, eu fui caçada e não apenas caçada na Câmara. Eu tive todos os órgãos do poder público de controle, de fiscalização, voltados contra mim, fazendo uma perseguição", opinou.
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