"Não pode ter pressa, porque a reciprocidade não é retaliação. A reciprocidade não é uma ofensa ou uma agressão, não é isso. Reciprocidade é uma tentativa de reequilibrar uma balança comercial, econômica, que ficou desequilibrada em razão de uma medida bilateral injusta", afirmou o ministro.
Segundo ele, o ideal é que os EUA recuassem das tarifas e esse processo da lei de reciprocidade, que deve ser longo, não se arrastasse para o próximo mandato.
"Eu acho que é muito cedo para identificar o tipo de medida que pode ser adotada, mas é bom, sobretudo, que os Estados Unidos da América saibam que nós estamos dispostos, tanto à negociação prolongada, duradoura, quanto à adoção de medidas que possam vir a ser necessárias", completou o ministro.
(Com Agência Estado)
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