Na outra ponta, 12,1% avaliam ser "provável" ou "muito provável" que haja perda do emprego e/ou da fonte de renda no horizonte de seis meses. O restante dos respondentes declarou não saber responder.
Na comparação com o mesmo período de 2025, a FGV registrou alta de 4,9% na soma das parcelas "muito improvável" e "improvável", atingindo o maior valor desde o início da série, em junho de 2025. Já a parcela que considera "provável" ou "muito provável" recuou 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, no menor nível do período da série. A FGV ressalta que, como as séries ainda são curtas e não possuem ajuste sazonal, comparações na margem exigem cautela.
"Os resultados de julho da sondagem reforçam a percepção de mercado de trabalho aquecido. Considerando que, mesmo com alguma desaceleração da economia, a taxa de desemprego continua registrando números baixos em termos históricos e a população ocupada segue crescendo, o resultado sugere que esse cenário não deve se alterar nos próximos meses. Os números sobre o mercado de trabalho podem até evoluir em ritmo menos intenso nessa segunda metade do ano, mas ainda em patamar positivo", afirmou Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV Ibre.
(Com Agência Estado)
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