O petróleo opera perto da estabilidade, após avançar mais cedo com as tensões no Oriente Médio.
Para Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, a medida ocorre em um momento de elevada sensibilidade dos ativos brasileiros, já pressionados pela saída de investidores estrangeiros, pelo risco fiscal e eleitoral e pela insegurança jurídica.
Segundo ele, além da saída de recursos, investidores com posições de longo prazo no Brasil também buscam proteção diante do aumento das incertezas. "Não é só a saída dos estrangeiros, mas a busca por proteção dos ativos que estão alocados no Brasil, investimentos em empresas dos quais não dá para sair rápido, tem maturação de longo prazo. O investidor não quer perder nesse momento", afirma.
Às 10h18, o dólar à vista subia 0,35%, a R$ 5,2109, perto da máxima intradia, de R$ 5,2139, na máxima intradiária, com mínima de R$ 5,1744. O contrato para setembro avançava 0,55%, a R$ 5,230.
(Com Agência Estado)
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