Na divisão por grupos de consumidores, haverá aumento de 21,87%, em média, para os consumidores conectados em alta tensão, como indústrias e grandes empresas. Por outro lado, haverá elevação de 19,85%, em média, para aqueles conectados em baixa tensão, que contempla os consumidores residenciais, rurais, pequenos comércios e pequenas indústrias.
Todos os principais componentes impactaram para a elevação: encargos setoriais, custo de transmissão, custo de aquisição de energia, inadimplência de consumidores e custos financeiros. A chamada parcela B (custos administrados pela distribuidora) registrou alta de 32,1% e impactou a revisão com 8,58 pontos porcentuais.
(Com Agência Estado)
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