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Política Quarta-feira, 19 de Junho de 2024, 15:39 - A | A

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Quarta-feira, 19 de Junho de 2024, 15h:39 - A | A

SEM IDENTIFICAÇÃO

Nininho aguarda "momento correto" para deixar PSD: "não me sinto confortável"

Deputado estadual não aprova a aproximação do partido com a esquerda; legenda é presidida em MT pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), o Nininho, disse que aguarda o "momento correto" para deixar o PSD. O partido é presidido em Mato Grosso pelo ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro (PSD). Embora não se considere um membro da direita radical, Nininho afirmou que a aproximação de Fávaro com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está deixando-o desconfortável.  Longe da janela partidária para deputados que abriria a prerrogativa para se desfiliar sem o risco de perder o mandato, Nininho não desconsidera a possibilidade de conversar com a executiva da legenda para pedir a liberação. 

"Não me identifico com a esquerda. Não sou radicalista, extremista da direita, sou de centro-direita e não estou me sentindo muito confortável hoje com a posição do meu partido. Por isso, no momento correto, vou buscar essa liberdade, buscar a liberação do partido ou aguardar a janela e migrar para onde me sinto melhor", falou o deputado estadual à imprensa nesta quarta-feira (19). 

Carlos Fávaro afiançou a Lula que o apoio do PSD em Mato Grosso será aos pré-candidatos da Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB). O passo beneficiou diretamente o colega de plenário de Nininho, o deputado Lúdio Cabral, a aposta da esquerda em Cuiabá à prefeitura. A conduta não agradou parte das alas do partido, fato comprovado pela declaração de Nininho. 

LEIA MAIS: Fávaro diz que exoneração de Neri dá "credibilidade" ao governo, mas isenta ex-secretário

O anúncio do deputado se dá em um cenário delicado para o ministro da Agricultura, cuja pasta atravessa o "escândalo do arroz", depois do episódio do leilão fracassado que resultou na exoneração do ex-secretário de Política Agrícola, Neri Geller (PP), e a abertura de inquérito na Polícia Federal para investigar o certame.

Caso consolide sua decisão e deixe o PSD, Nininho enfraquece a base do partido na Assembleia Legislativa, que hoje conta com o seu mandato e do deputado Wilson Santos (PSD). A "futura" sigla que o receberia ainda é uma incógnita. 

"Não tenho a definição de qual seria o partido. Mas, futuramente, vou pedir ou vou aguardar a janela (partidária)", disse Nininho. 

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