O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), decidiu adotar a tática do distanciamento regulamentar diante de uma das pautas mais controversas do Legislativo municipal neste final de ano: o projeto que permite aos vereadores a venda de férias não gozadas. Conhecido em outros tempos por sua postura vocal e crítica aos privilégios da Casa de Leis, o agora chefe do Executivo evitou qualquer juízo de valor sobre o benefício.
Ao ser questionado se o projeto seria moral ou oportuno, especialmente dada sua experiência como ex-vereador, Abilio não mordeu a isca. O prefeito ergueu um muro institucional e classificou a proposta como um tema estritamente interna corporis.
“São projetos da Câmara que eles resolvem. O assunto tem que estar nas portas da Câmara. Eles que resolvem, eles votam”, disparou o prefeito.
Abilio foi além e declarou que sequer está acompanhando os detalhes do texto. Para o prefeito, o "abacaxi" das férias é um problema que começa e termina na Câmara, sem sua digital.
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