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Polícia Sábado, 14 de Fevereiro de 2026, 14:30 - A | A

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Sábado, 14 de Fevereiro de 2026, 14h:30 - A | A

DENUNCIOU AGRESSÕES E ESTUPRO

Personal diz que era obrigada a realizar sexo anal no ex-companheiro policial; veja o vídeo

Débora Sander afirma ter sido forçada a práticas sexuais e a manter relações com homens escolhidos pelo ex-companheiro.

Da Redação

A personal trainer Débora Sander disse em suas redes sociais que o ex-companheiro, o policial civil Sanderson Ferreira de Castro Souza, a obrigava a fazer sexo anal nele, utilizando um cinto com uma prótese peniana. Sanderson foi solto, nesta semana, após pouco mais de um ano preso, depois que o Tribunal de Justiça anulou a condenação por estupro que ele tinha recebido na primeira instância.

"Ele sempre gostou que eu comesse ele com essa cinta, porque [ele diz que] era minha obrigação. E detalhe, essa cinta que eu deixei aí - aprendi o nome dela ontem, lá no Ministério Público - se eu não usasse, já ia dar merda, porque ele falava para mim 'você é minha esposa, você é minha mulher, você tem que me fazer gozar'. Só que ele só gozava com o trenzão", disse em vídeo postado no seu perfil do instagram.

Débora relatou, ainda, que era obrigada pelo ex-companheiro a manter relações sexuais com homens escolhidos por ele. Conforme o relato da vítima, que postou fotos de boletins de ocorrência, peças do processo judicial e do inquérito policial, Sanderson também contratava homens e afirmava que era para a mulher manter relação sexual com eles porque ele queria "beber leitinho", referindo-se, conforme Débora, à ingestão de sêmen.

Conforme o relato, Sanderson tinha uma conta no aplicativo CRS, voltado para praticantes de swing. O perfil era chamado "Boni Clyde" e somente o policial tinha acesso, porque ele tinha ciúmes.

Os homens eram sempre de outros estados porque ele temia ser exposto em razão de pertencer a uma tradicional família cuiabana. Os encontros, conforme o depoimento, ocorriam a cada 15 ou 30 dias, que era o tempo para que os convidados de outras localidades se deslocassem para Cuiabá.

Debora disse que não havia tornado públicos esses detalhes porque a advogada queria preservá-la de mais exposição. Mas foi justamente a falta de provas do cometimento do crime de estupro que levou os desembargadores do TJ a anularem a condenação e colarem o policial civil em liberdade.

 

JULGAMENTO REVISTO

Nesta semana, o Tribunal de Justiça acolheu pedido da defesa do policial civil Sanderson Ferreira de Castro Souza e anulou a sentença da primeira instância que o havia condenado a pouco mais de 15 anos de prisão.

O policial foi condenado por lesão corporal, violência psicológica e estupro contra a ex-mulher, a personal trainer Débora Sander.

Na apelação, o advogado Ricardo Monteiro alegou que há jurisprudência no sentido de reconhecer a relevância do depoimento da vítima, mas que exige a apresentação de evidência que ateste a acusação, o que, conforme a defesa, não foi feito.

A alegação foi acolhida pelos desembargadores, que anularam a condenação por estupro, mas mantiveram as penas por lesão corporal e violência psicológica. Com isso, uma nova dosimetria foi feita, fixando a condenação em um ano e nove meses em regime aberto.

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