O jovem Willyan Junior Rodrigues da Silva, de 18 anos, que foi morto com 13 tiros na frente da própria mãe, estava com a morte decretada pela facção Comando Vermelho. O crime foi registrado no bairro Coxipó da Ponte, na Capital.
Conforme a investigação policial, Willyan sabia que teve a morte “decretada” e por isso havia fugido para a Bolívia. Ele voltou para Cuiabá há dois dias e alugou uma quitinete na região do Coxipó da Ponte.
Por conta da dinâmica do crime, a polícia acredita que ele estivesse sendo acompanhado pelos faccionados. Em um momento em que o portão ficou aberto, os três homens armados e encapuzados invadiram o local onde ele estava hospedado e tentaram levar Willyan para fora.
A mãe dele estava na casa e tentou impedir que o filho fosse levado, entrando em luta corporal com os assassinos. Após agredir a mulher, os faccionados fizeram uma ligação, possivelmente para o mandante do crime, para saber se ela deveria ser morta junto do filho.
Em entrevista no local do crime, o delegado Bruno Abreu disse que ele foi confundido com um integrante de facção rival.
"Pelo que a gente apurou talvez tenham confundido ele com membro de facção rival, no caso o PCC. Ele estava na Bolívia, houve uma situação na cidade onde ele morava, Vila Bela, e pelo que eu entendi ali, ele realmente pode ter sido confundido com membro de facção", explicou.
O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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