Em seu discurso, Orbán comparou a UE ao regime soviético repressivo que dominou a Hungria por mais de 40 anos no século passado. O ministro descartou a crença de muitos líderes europeus de que o presidente russo, Vladimir Putin, representa uma ameaça à segurança do continente.
"Devemos nos acostumar com a ideia de que aqueles que amam a liberdade não devem temer o Oriente, mas sim Bruxelas", disse ele, referindo-se à capital de fato da UE na Bélgica.
Orbán e seu partido Fidesz enfrentam o maior desafio desde que o líder populista de direita retomou o poder em 2010. A maioria das pesquisas independentes mostra Fidesz atrás do partido de centro-direita Tisza e de seu líder, Péter Magyar, mesmo enquanto Orbán faz campanha com a premissa não comprovada de que a UE enviaria húngaros para morrer na Ucrânia se sua legenda perder.
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.
(Com Agência Estado)
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