Segundo Rubio, críticas anteriores visavam impulsionar e fortalecer os laços transatlânticos, em uma referência à participação do vice-presidente americano, JD Vance, um ano atrás no mesmo evento, quando fez duras críticas aos valores europeus.
Na abertura da Conferência, o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, pediu que os Estados Unidos e a Europa "reparem e revivam juntos a confiança transatlântica", observando que nem mesmo os norte-americanos são fortes o bastante para agir sozinhos num mundo cujo antigo ordenamento se deteriorou.
Em sua participação hoje, Rubio disse que a "euforia" da vitória ocidental na Guerra Fria criou a "ilusão perigosa de que havíamos entrado no fim da história, que cada nação seria agora uma democracia liberal, que os laços formados unicamente pelo comércio e pelos negócios substituiriam a nacionalidade e que viveríamos num mundo sem fronteiras em que todos se tornariam cidadãos do mundo".
Com postura menos combativa que a de Vance no ano passado, o secretário admitiu que o governo do atual presidente Donald Trump tem sido direto ao expor suas posições, mas deixou claro que não haverá recuo.
"Cometemos esses erros juntos e agora juntos devemos ao nosso povo enfrentá-los e avançar para reconstruir relações", disse Rubio.
"Sob a administração do presidente Trump, os Estados Unidos voltarão a assumir a tarefa de renovação e restauração", acrescentou o secretário.
Ele ressaltou ainda que "em um momento que as manchetes anunciam o fim da era transatlântica, que fique claro para todos que este não é nem nosso objetivo nem nosso desejo".
(Com Agência Estado)
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