"A Ucrânia irá preparar e enviar aos parceiros uma lista de necessidades para apoiar a nossa infraestrutura energética e as nossas capacidades militares. Também foi dada atenção às garantias de segurança para a Ucrânia e para toda a Europa", escreveu na rede social X.
"Os ucranianos, juntamente com todos os outros europeus, devem sentir-se seguros quanto ao seu futuro e convictos de que a agressão russa nunca mais ocorrerá. Agradeço aos nossos parceiros que compreendem esta situação e que nos ajudam. Alinhamos as nossas posições, coordenamos os próximos passos e acordamos novos contatos no âmbito mais alargado", disse.
O presidente do Conselho Europeu escreveu em uma postagem na mesma rede social: "saudamos todos os esforços para alcançar uma paz sustentável. O recente acordo para a troca de prisioneiros é um passo importante nessa direção. O objetivo da UE é continuar a fortalecer a Ucrânia à medida que avançamos rumo à paz. Continuaremos a prestar um apoio abrangente à Ucrânia - político, militar e financeiro - bem como apoio à adesão da Ucrânia à UE".
Em um painel, tratando do tema, o senador norte-americano Lindsey Graham afirmou: "Quero fornecer mísseis Tomahawk à Ucrânia. Quero que os EUA forneçam mísseis Tomahawk para atingir e danificar a infraestrutura da qual Putin depende para construir drones e todas as outras coisas. Quero mudar a equação militar."
(Com Agência Estado)
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