Pelo menos um deputado estadual e outro federal de Mato Grosso estão em permanente oração a São Judas Tadeu, o Santo das Causas Impossíveis, e Santo Expedito, o Padroeiro das Causas Urgentes, rogando para não terem expostas suas ligações com o desembargador Dirceu dos Santos, afastado na última segunda-feira (2) pelo CNJ sob a acusação de venda de sentença e ocultação de patrimônio.
No caso do deputado estadual, seu nome já apareceu em processos anteriores na investigação sobre o patrimônio oculto do magistrado, a quem já assessorou no Tribunal de Justiça de Mato Grosso antes de entrar na vida pública.
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Já o caso do deputado federal seria mais grave - e temereoso -, devido ao elo entre ambos: um ex-assessor apontado como testa de ferro do desembargador em alguns empreendimentos, e que posteriormente passou a assessorar o parlamentar. Segundo fontes que acompanham o processo, haveria digitais do tal assessor em negócios comprometedores do magistradado - que, por conseguinte, também podem comprometer o deputado. Inclusive suas pretensões eleitorais para 2026.
A coluna aguarda documentos prometidos para revelar os nomes do nobres parlamentares e suas conexões supostamente espúrias com o desembargador - que, aliás, nega todas as acusações que levaram ao seu afastamento pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça)
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