Em discurso preparado para evento, Williams avaliou que as tarifas interromperam o progresso rumo à meta de 2% definida pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), mas ponderou que não há sinais de efeitos secundários relevantes.
"Não há indícios de efeitos significativos de segunda ordem", disse o presidente da distrital de Nova York, acrescentando que a inflação subjacente, excluindo bens importados, "tem se movido na direção correta".
Ele espera algum repasse adicional às leituras de preços no primeiro semestre, mas projeta que a inflação "começará a cair mais para o fim do ano", à medida que o pico do efeito tarifário fique para trás.
Apesar disso, o dirigente afirmou que a economia americana segue resiliente. "A economia dos EUA parece estar em uma boa posição", declarou.
Ele projeta crescimento do PIB real de cerca de 2,5% neste ano, apoiado por estímulos fiscais, condições financeiras favoráveis e investimentos robustos em inteligência artificial (IA).
No mercado de trabalho, Williams disse que nos últimos meses, surgiram "sinais promissores" de estabilização do emprego, embora reconheça que o quadro ainda é atípico, com baixas contratações e baixas demissões. Para ele, os riscos para o cumprimento do duplo mandato estão "em melhor equilíbrio", e a política monetária está "bem posicionada".
Williams não comentou as atuais tensões no Oriente Médio envolvendo EUA, Israel e Irã.
(Com Agência Estado)
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