Para o ministro da pasta, Luiz Marinho, essa redução no saldo de trabalhadores contratados formalmente era esperada por conta da taxa de juro elevada.
Marinho afirmou que, para quem torce para o mercado de trabalho desaquecer em resposta ao juro restritivo, a queda é para se comemorar. "Não é o meu caso, que torço para o crescimento da economia", comentou.
O ministro disse entender que para quem está sentado numa cadeira do Banco Central as circunstâncias levam à adoção medidas que nem sempre agradam, mas que torce para que o Comitê de Política Monetária (Copom), já a partir da reunião deste mês, comece a dar flexibilidade à sua política monetária.
Marinho disse ainda que para avançar o mercado de trabalho depende do crescimento da economia - e que este só ocorre em ambiente de taxas de juros mais baixas.
(Com Agência Estado)
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