"Não podemos entrar num novo jogo de narrativas de nós e eles", declarou. "O capital e o trabalho se complementam. Nós tivemos discussões longevas e profícuas na reforma tributária, na reforma da Previdência. Por que temos que fazer uma discussão tão importante para a economia do País de uma forma tão açodada em um ano eleitoral? Isso não é justo", questionou o presidente da CNI.
Na ocasião, Alban disse não querer fugir da discussão sobre a redução da jornada de trabalho, mas afirmou que a questão deve ser resolvida de forma "sustentável" e defendeu a necessidade de aumento da produtividade.
"Estamos começando a discussão. Em nenhum momento, você não vai ouvir nenhum setor produtivo sequer dizer que não quer discutir. O que nós queremos é discutir com imparcialidade e que isso seja uma conquista permanente", declarou. "O que não queremos é que esse processo sofra pressão de momentos eleitorais, porque as decisões não vão ser equilibradas", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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