A Polícia Militar abriu uma investigação para apurar uma denúncia de estupro que teria sido cometido por policiais contra uma adolescente de 16 anos, em Peixoto de Azevedo (691 km de Cuiabá). Em nota, a corporação informou que, ao tomar conhecimento do caso, prestou suporte à vítima e a encaminhou para o registro do boletim de ocorrência e a realização do exame de corpo de delito.
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A Polícia Militar informou que a Corregedoria-Geral já deu início a um procedimento administrativo para a apuração completa dos fatos e a identificação dos militares envolvidos.
A instituição reforçou, por meio de nota oficial, que não aceita desvios de conduta. "A PMMT reforça que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes", diz o comunicado.
A denúncia detalha uma abordagem ocorrida após a jovem sair da escola. Segundo o relato feito pela adolescente à Gazeta Digital, ela pilotava uma moto quando foi interceptada por uma viatura. Ao ser abordada, a menor pediu para ligar para a mãe, mas foi impedida pelos agentes. Sob ordens dos policiais, ela seguiu com o veículo enquanto era escoltada pela viatura até uma área erma, nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
No local, um dos policiais teria segurado o braço da adolescente e retirado sua blusa. De acordo com o depoimento, embora não tenha havido penetração, o ato configurou o abuso. "É isso que você merece", teria dito o agressor durante a ação. Antes de ser liberada, a jovem ainda teria sido ameaçada de morte se o crime fosse denunciado.
O caso segue sob investigação tanto na esfera administrativa da Polícia Militar quanto na Polícia Civil.
LEIA NOTA NA ÍNTEGRA
"A Polícia Militar de Mato Grosso informa que abriu procedimento administrativo, por meio da Corregedoria-Geral, para apuração completa dos fatos e identificação dos supostos militares envolvidos na denúncia.
A corporação também informa que, ao tomar conhecimento da denúncia, prestou suporte à vítima, encaminhando a denunciante para registro de boletim de ocorrência e exame de corpo delito.
A PMMT reforça que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes".
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