"Essas ações violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais", detalhou. Segundo ela, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, articulou a posição de Pequim e trabalhou ativamente para promover a paz e cessar o conflito em conversas telefônicas recentes com seus homólogos da Rússia, Irã, França e Omã.
Segundo Mao, a China apoia o Irã na defesa de sua soberania e segurança, integridade territorial e dignidade nacional, bem como na salvaguarda de seus direitos e interesses legítimos.
"As grandes potências não devem usar suas vantagens militares para atacar arbitrariamente outros países, e o mundo não deve retroceder à lei da selva", defendeu, ao mencionar que qualquer ação que viole o direito internacional deve ser combatida pela comunidade internacional. "A China continuará a desempenhar um papel construtivo, a defender firmemente a justiça em plataformas como o Conselho de Segurança da ONU, a trabalhar pela paz e a pôr fim ao conflito", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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