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Mundo Terça-feira, 03 de Março de 2026, 10:30 - A | A

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Terça-feira, 03 de Março de 2026, 10h:30 - A | A

França envia navio de guerra e reforça defesas antidrone no Chipre

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Autoridades de Chipre afirmaram nesta terça-feira, 3, que a França enviará um navio de guerra à ilha para reforçar as defesas antidrone, após um drone Rashed ter atingido a base militar britânica RAF Akrotiri. Além disso, Paris enviará sistemas adicionais de defesa antidrone e antimísseis terrestres, com chegada prevista para "o mais rápido possível", segundo autoridades.

Na segunda-feira, 2, o presidente de Chipre, Nikos Christodoulides, relatou que um drone iraniano atacou uma base militar britânica na ilha. Segundo Christodoulides, minutos após a meia-noite, o dispositivo atingiu instalações na base, provocando apenas danos materiais.

A União Europeia reagiu prontamente. A presidente da Ursula von der Leyen afirmou que, mesmo que Chipre não seja alvo direto, os Estados-membros permanecerão firmes e coletivamente solidários frente a qualquer ameaça.

A Alemanha também respondeu positivamente a um pedido de envio de um navio de guerra para a região, de acordo com três autoridades que falaram sob condição de anonimato.

A Grécia enviou quatro caças F-16 para Chipre, enquanto duas de suas fragatas de última geração estão a caminho.

Paralelamente, a França mantém intensa mobilização de suas forças nos Emirados Árabes Unidos, com centenas de militares da Marinha, Força Aérea e Exército no país. Caças Rafale, baseados na Base Aérea de Al Dhafra, perto de Abu Dabi, foram mobilizados para garantir a proteção das instalações francesas contra ataques iranianos.

O ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, declarou à BFMTV que operações recentes foram conduzidas para assegurar a segurança do espaço aéreo e que um hangar francês foi atingido por um drone no último fim de semana.

Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques aéreos contra o Irã no sábado, 28, matando o líder supremo iraniano, Ali Khamenei. O Irã respondeu atacando aliados americanos na região do Golfo.

A situação ameaça aumentar os custos de energia, o que pode causar estragos na economia global. (Com agências internacionais).

(Com Agência Estado)

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