As investigações tiveram início a partir de informações repassadas pela El Dorado Task Force (EDTF), força-tarefa liderada pela Homeland Security Investigations - divisão de investigações do Departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos.
Com sede em Nova York, a EDTF é especializada no combate a organizações transnacionais de lavagem de dinheiro e crimes financeiros. Criada em 1992, a unidade atua em parceria com o setor privado para desarticular redes criminosas.
Após um ano de apurações no Brasil, a Polícia Federal identificou pessoas ligadas ao furto eletrônico de aproximadamente US$ 2,6 milhões (R$ 13,48 milhões) em criptoativos, subtraídos de carteiras mantidas em uma exchange sediada nos Estados Unidos.
Dados da Polícia Federal apontam que parte dos investigados está localizada no Maranhão. Também foi constatada movimentação financeira incompatível com a capacidade econômica dos principais alvos, que receberam valores elevados de provedoras de serviços de ativos virtuais, sem justificativa comercial.
"As medidas ostensivas decorrem da prática de transferências dissimuladas de altos valores em criptoativos, mesmo após o cumprimento de mandados de busca na primeira fase da investigação, o que evidencia a continuidade delitiva por parte de um dos investigados", informou a Polícia Federal.
(Com Agência Estado)
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