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Polícia Quarta-feira, 04 de Março de 2026, 08:54 - A | A

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Quarta-feira, 04 de Março de 2026, 08h:54 - A | A

ALVOS DA SMOKE

Saiba quem são os advogados suspeitos de negociar decisões em troca de pagamento

Dois advogados e um bacharel em Direito se tornaram alvo da Polícia Civil sob suspeita de associação criminosa é exploração de prestígio

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

Os advogados Gustavo Barros dos Santos, Liomar Santos de Almeida e Dimas Pimentel Barroso, bacharel em Direito, estão no centro da Operação Smoke, deflagrada nesta quarta-feira (4) pela Polícia Civil. Eles são suspeitos de exploração de prestígio e associação criminosa. Segundo as investigações, o grupo prometia decisões judiciais em troca de pagamentos.

Gustavo e Liomar estão regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso (OAB-MT). Já Dimas Pimentel Barroso, embora se apresente como advogado nas redes sociais, possuiu somente uma carteira de estagiário na Ordem que, por sua vez, está cancelada.

Na operação deflagrada nesta quarta, a polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão, três mandados de imposição de medidas cautelares diversas da prisão e nove ordens de afastamento de sigilos bancário, fiscal e telemático, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá.

 

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Estelionato de Cuiabá, apontaram que o grupo criminoso abordava familiares de pessoas presas e prometia a obtenção de decisões judiciais favoráveis, alegando possuir influência junto a membros do Poder Judiciário.

Em contrapartida, eles exigiam o pagamento de valores elevados, sob o argumento de que tais quantias seriam destinadas a terceiros com suposta capacidade de interferir nas decisões.

As negociações ocorriam por meio de encontros presenciais e comunicações por aplicativos de mensagens, com orientação para que as conversas fossem mantidas em absoluto sigilo.

Além das buscas, o Poder Judiciário determinou a imposição de medidas cautelares diversas da prisão, como comparecimento periódico em juízo, proibição de manter contato com os demais investigados e com testemunhas, proibição de se ausentar da comarca sem autorização judicial, com entrega de passaporte, além do monitoramento eletrônico.

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