Segunda-feira, 23 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 11:23 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 23 de Março de 2026, 11h:23 - A | A

JANELA PARTIDÁRIA

Dilmar diz que ainda não se decidiu e segue avaliando proposta para deixar UB

Desentendimento público com Eduardo Botelho e busca por quociente eleitoral favorável motivam troca pelo PRD

BIANCA MORTELARO
Da Redação

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (UB) ainda sinaliza negociações para saída do União Brasil. O destino seria o Partido Renovação Democrática, o PRD, que possui ligação com o grupo político de Dilmar. Ao HNT, o parlamentar confirmou, por meio de sua assessoria, que ainda não descartou a possibilidade.

No dia 31 de março, o deputado deve encerrar um ciclo de dois mandatos consecutivos conduzindo a liderança do governador Mauro Mendes (UB) no Legislativo. Mauro, por sua vez, é cotado para renunciar com vistas de disputar uma vaga no Senado. Fora do compromisso com a liderança, Dal Bosco terá até 3/4 para fazer uma nova filiação, de acordo com as regras da legislação eleitoral. 

Outro deputado que indica saída para o PRD é Paulo Araújo, atualmente no PP. Considerado um partido ainda em formação, o Renovação Democrática oferece aos parlamentares ambiente onde o quociente eleitoral pode ser mais favorável às reeleições. Por outro lado, com os dois caciques acomodados, os partidos federados, PP e União, resolvem parte do inchaço na chapa do UP. 

DESENTENDIMENTO PÚBLICO

Os rumores de mudança de legenda ganharam força com as trocas nas composições das Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Dilmar protagonizou atrito público com seu correligionário, o deputado estadual Eduardo Botelho (UB). 

LEIA MAIS: Oito deputados mudam de legenda e alteram mapa da Assembleia para 2026

Na reconfiguração, Dilmar foi indicado à liderança da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) que tinha a presidência ocupada por Botelho. Fora do grupo, Botelho associou sua ausência a um movimento ardiloso de Dilmar, afirmando que havia levado uma rasteira do colega. A reação veio logo na sequência. Botelho passou a integrar o Bloco Movimento Democrático Brasileiro, liderado por Janaina Riva (MDB), retornando à CCJR. 

Dilmar expressou publicamente o descontentamento sobre os comentários pejorativos feitos pelo colega e disse que a situação o levou a reavaliar sua permanência na sigla, apesar de sua longa trajetória no partido. Em resposta, Botelho minimizou o conflito e defendeu a permanência do correligionário.

"A discussão de Dilmar comigo foi pessoal, minha com ele. Não tem nada a ver com o partido. Claro que defendo ele na chapa, é um puxador de votos. Não acredito que ele vá sair", ponderou o gestor.

 

 

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros