O presidente do Tribunal de Justiça (TJMT), José Zuquim, assumirá o Executivo em eventual licença do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Pelo rito, o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Podemos), é o segundo na lista de sucessão do governo. No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impede que Max concilie o governo e AL pois vai disputar as eleições em outubro, pleiteando a reeleição a deputado estadual.
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O presidente da AL expôs com bom humor o desejo para assumir o comando do Paiaguás. "Pior que não. Mas gostaria", ironizou Max Russi ao programa Resumo do Dia.
"Eu não posso. A legislação eleitoral não permite que nesses seis meses eu possa assumir pois eu fico impedido de disputar a eleição de deputado estadual e teria que diusputar uma eleição de governo", detalhou.
Uma chapa com Max Russi como candidato ao governo não foi descartada pelo Podemos. A presidente nacional do partido, a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP), disse em visita a Cuiabá que as majoritárias são prioridade da legenda - tanto para estado quanto a nível federal. Max, por sua vez, desconversou, afirmando que a reeleição é o seu projeto para 2026.
O presidente da AL também foi ventilado a 'dobradinha' com o senador Wellington Fagundes (PL) para ser candidato a vice na chapa da direita. A parceria dos dois políticos é antiga, desde o primeiro mandato de Max como prefeito de Jaciara, quando ele começou a se inserir na política.
À época, inclusive, o deputado, que tem Wellington como o seu "padrinho", estava filiado ao PL, que tem o senador como um dos seus fundadores. Ele não fechou as portas ao diálogo com o Partido Liberal, mas reiterou que não tem o desejo de concorrer ao Executivo.
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