Controlada pela Acelen, braço do grupo de investimento árabe Mubadala, Mataripe pratica a política de preço de paridade de importação (PPI). Por este motivo, os preços da refinaria baiana costumam superar os preços da Petrobras no mercado interno.
Nesta segunda-feira, a Petrobras anunciou a queda de 14,2% no preço do QAV e, no domingo, redução de 9,5% no preço do diesel em relação a maio, que será compensado pela subvenção do governo.
Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), enquanto a defasagem dos preços da Petrobras no mercado interno em relação ao mercado internacional estava em 28% para o diesel, no fechamento de sexta-feira, 29, o preço do mesmo combustível em Mataripe era 11% maior na mesma comparação.
No caso da gasolina, a Petrobras registrou no último fechamento do preço do petróleo tipo Brent, preços 52% abaixo do mercado internacional. Em Mataripe, o preço do combustível era 1% maior do que no exterior.
A Petrobras está em conversas para retomar a Refinaria de Mataripe, antiga Landulpho Alves (Rlam), mas, segundo apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o preço pedido pelo fundo árabe ainda não chegou a um patamar aceitável.
A refinaria baiana possui 14% do mercado e saiu do controle da Petrobras em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro.
contato:[email protected]
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







