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Política Sexta-feira, 29 de Maio de 2026, 13:51 - A | A

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2026, 13h:51 - A | A

TENTANDO VIABILIZAR

Paula Calil promete levantar CPIs em andamento na Câmara para começar CPI Educação

A presidente disse que as comissão são "instrumentos de investigação" e cobrou cumprimento do rito com "começo, meio e fim"

CAMILA RIBEIRO / ANNA GIULLIA MAGRO
Da Redação/Do Local

A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), vai apurar qual das cinco Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) está mais próxima do fim. Apenas a conclusão de uma, das cinco Comissões em andamento, viabilizará a instação da CPI da Educação, protocolada pela vice-presidente Maysa Leão (Republicanos) e o vice-líder do governo, Demilson Nogueira (PP). Paula ressaltou que as CPIs devem seguir um fluxo de trabalho, apresentando uma resolução no final.

"Uma CPI é um instrumento muito importante de investigação. Uma CPI tem que ter começo, meio e fim, e um trabalho ser levado com muita seriedade. E é isso que a gente quer", falou Paula Calil nesta sexta-feira (29).

LEIA MAIS: Câmara de Cuiabá tem cinco CPIs instaladas e pedido de Maysa fica na fila

Atualmente, os vereadores estão dedicados a CPI dos Empenhos, CPI do Cuiabanco, CPI dos TACs e Potencial Construtivo, CS Mobi 2.0 e a CPI da Educação, instaurada para investigar a origem da dívida de R$ 131 milhões contraída na gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD). As comissões têm um prazo inicial de 120 dias para executar os trabalho e podem ser prorrogados pelo mesmo período.

"Vamos ver a possibilidade das (CPIs) que estão mais adiantadas e qual delas vai se encerrar dentro desse prazo de 120 dias para que a próxima CPI entre em funcionamento", disse Calil.

DENÚNCIA NA EDUCAÇÃO

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), denunciou o susposto empenho de R$ 80 milhões para comprar livros editados por inteligência artificial (IA). A aquisição do material didático, segundo o prefeito, foi executada durante a gestão do ex-secretário de Educação, Amauri Monge, que deixou o cargo após um ano, em abril de 2026. O ex-secretário, por sua vez, classificou a denúncia como uma "cortina de fumaça" para abafar "pedaladas" de R$ 100 milhões na pasta protagonizadas pelo prefeito.

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