Pacheco afirmou ainda que foi colocado "involuntariamente" no centro da disputa em torno de uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado sobre uma eventual indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU), Pacheco descartou a possibilidade. "Não há essa perspectiva, não há sequer a vaga", afirmou.
O atual senador fez questão de distinguir sua saída da política partidária de uma aposentadoria. Disse que a decisão estava tomada desde que deixou a presidência do Senado, com "sentimento de dever cumprido". Para o futuro político de Minas Gerais, citou nomes como Josué Gonza Silva, Jabas Soares e Marília Campos como opções de qualidade para ocupar espaços que deixará - tanto no governo do Estado quanto na representação mineira no Senado Federal.
(Com Agência Estado)
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