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Política Domingo, 22 de Março de 2026, 08:56 - A | A

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JANELA NA RETA FINAL

Oito deputados mudam de legenda e alteram mapa da Assembleia para 2026

Parlamentares de Mato Grosso aproveitam prazo legal para trocar de sigla sem perda de mandato; Podemos e Republicanos ganham musculatura com as novas filiações

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

Oito deputados da Assembleia Legislativa já oficializaram trocas partidárias mirando as eleições de 2026. A maior debandada ocorreu no PSB devido ao arranjo do presidente da AL, Max Russi, para assumir a presidência do Podemos. De acordo com a legislação eleitoral, os deputados estaduais e federais ainda têm até o dia 3 de abril para decidirem se ficam ou se mudam de legenda. 

Desde sua chegada à liderança do Podemos, Max Russi conseguiu a filiação não só de três deputados, além dele próprio, como de outras forças políticas do Estado, a exemplo dos 28 prefeitos que aderiram ao partido.

O plano de Max é 'agigantar' a legenda, tornando o Podemos a maior força legislativa de Mato Grosso. Acompanharam Russi os deputados Beto Dois a Um, Dr. Eugênio e Fábio Tardin, todos favoritos à reeleição. 

Chico Guarnieri migrou do PRD para o PSDB. O presidente do PSDB em Mato Grosso, deputado Carlos Avallone, faz um esforço para reestruturar a sigla e devolver a ela a competitividade, após uma sequência de baixas nos últimos anos. Avallone também aposta em lideranças do interior para garantir uma chapa forte à AL. 

Sufocado no PL, Elizeu Nascimento partiu para o Novo. Já Faissal Calil deixou o Cidadania para enfrentar a briga de gigantes no Partido Liberal, selando de vez sua aproximação com o bolsonarismo. 

Para o deputado Nininho o alinhamento ideológico também pesou na troca de legenda. Antes filiado ao PSD, Nininho deixou os quadros do partido pela aproximação da sigla com o presidente Lula (PT) em Mato Grosso. O presidente do partido, Carlos Fávaro, ocupa cargo no alto escalão de Lula e já sinalizou que vai caminhar com o projeto a reeleição do PT nas eleições de 2026.

Alinhado ao discurso da centro-direita, Ninho optou pelo Republicanos, que vive uma divisão inteira na Executiva nacional: alas defendem o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, enquanto outras vertentes caminham para a neutralidade e até para a aproximação com Lula. Em Mato Grosso, a corrente mais forte é alinhada a Flávio e o partido terá o vice-governador Otaviano Pivetta na disputa ao Paiaguás. 

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